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Milhões de fazendeiros na America Central e na Amazonas vivem de "corta e queima" agricultura. Eles cortam e queima Floresta Pluvial, mas depois de um ou dois anos o solo perde os seus bons qualidades e para de ser fértil. Então, eles preçisam repitir o processo, cortando e quiemando de novo. Pode ser mais destrutivo das Florestas Pluviais do que extração de toras. No mesmo tempo o fazendeiro fica em pobreza permanente.

Corta e queima: o solo perde os seus bons qualidades e para de ser fértil Direitos reservados FUPNAPIB 2006
Os efeitos destrutivos das tecnicas intensivas de corta e queima são piores do que as extrações de toras. A possibilidade de regeneração é destruida com a corta e queima. No passado os resultados não eram tão maus porque sempre havia entre 12 e 20 anos de descanso (pousio/alqueive), mas hoje acontece que o resultado é a destruição sem remorsos (sem fim) de ambas florestas primária e secundária, por outro lado ha uma falha no fornecimento seguro de comida e renda para ao redor de 300 milhoes de fazendeiros de subsistência.

Entrelinhas de Inga edulis. Direitos reservados Tiiu Miller 2009

Entrelinhas de Inga edulis logo após a poda. Os ramos mais finos foram colocadas no lado de cima das linhas de arvores como uma barreira contra erosão.Direitos reservados FUPNAPIB 2006
Depois de quase duas décadas de pesquisa (investigação) de "alley cropping" (plantando verduras entre linhas de arvores) com arvores Ingá, encontraram técnicas efectivas e alternativas que permitirão a produção sustentável nos solos mais degradados onde antes tinham florestas pluviais, fornecendo os fazendeiros a segurança de alimentação e colheita comercial sem os expor à divida ou uma carga de trabalho insuportável, e sem o derrubamento de mais florestas.

Milho em Entrelinhas de Inga. Direitos reservados FUPNAPIB 2006

Feijões desenvolvendo-se dentro de um ambiente completamente livre de erva daninha. Direitos reservados Guillermo Valle 2009
O Inga tem muitos qualidades que ajudam a terra no seu campo. Ele consegue crescer no solo ácido e consegue competir com erva daninha. A palhagem dele consegue abafar-los, mas tambem cria as condições para as raises (pelo radicular) da arvore crescer em cima da terra. As raises junto com os micélios dos fungos conseguem prevenir a lexiviação (empobrecimento) da terra. O factor limitante quando um campo de "corta e queima" agricultura para de ser util, está fósforo. Agora as raises do Inga, junto com os micélios conseguem salvar e reciclar o fósforo e o ciclagem dos outros nutrientes. (As raises e os micélios tem um relacionamento simbiótico - Inga cria as condições para eles colonizar). A palhagem é importante aqui tambêm porque ele protege a matéria orgânica e protege o solo do sol, e mantena o teor de humidade dele. Inga, como um legume, tem um outro papel muito importante -fixação de nitrogênio. Inga tem um relacionamento simbiótico com varios insetos tambêm. Aqueles insetos dá proteção para o Inga mas tambêm para a plantas que o fazendeiro planta juntos com o Inga. Inga cresce muito rapido (importante para ser um fonte de combustivel e sequestração de carvão) e brotação e possivel quando ele está novinho.
Vantagems para o Fazendeiro
uma sistema facíl,
lavoura sem dívida,
segurança de terra,
segurança de colhieta,
Salário,
100% Organico,
O resto da família pode ajuda
(porque o campo agora está perto),
Fonte de Combustivel,
Tempo livre para o fazendeiro
Vantagems para tudo nos
preservação de mata primária,
redução de emissão de carvão,
menos migrações para as favelas,
muita reclamação das areas degradadas para ser florestas pluviais de novo e assim nos criamos: corredores de animais silvestres e sequestração de carvão.
O seguinte é uma explicação bem basico da ciencia de Inga. Espero que vai mostrar porque o Inga dá aquelas vantagems

Cultivo de entrelinhas com colheitas comerciais alto-valor/baixo-volumePlantas da pimenta crescendo (Piper nigrum) em apoios vivos de Gliricidia sepium entre linhas de Inga edulis. Direitos reservados FUPNAPIB 2006

Colheitas comerciais alto-valor/baixo-volume. Plantas de abacaxi entre linhas de Inga edulis. Direitos reservados FUPNAPIB 2006





